quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Alessandra Zecchini



Exemplo de vida a ser seguido.
Venceu e superou o câncer de mama Louvando a Deus.

É Errado Ouvir Música Como Entretenimento?




É apropriado para os cristãos proteger seus corações e mentes e evitar todas as influências corruptoras do mundo (1 Coríntios 15:32-33). Necessariamente, aquele que é convertido a Cristo precisa abandonar muitas das coisas que antes lhe davam prazer, incluindo músicas de letras indecentes ou que encorajam rebelião contra a vontade de Deus.

Isto não significa, contudo, que não podemos ouvir nenhuma música com propósito de entretenimento. Encontramos na Bíblia pelo menos três propósitos para a música:
1) Louvor a Deus, oferecido no Novo Testamento como o fruto dos lábios, emanando do coração do adorador (Hebreus 13:15; Tiago 5:13; Colossenses 3:16; Efésios 5:19; etc.). Isto é feito para agradar a Deus e deverá ser da maneira como ele instrui.

2) Ensinamento a outros sobre a vontade de Deus (Colossenses 3:16; Efésios 5:19). Estes versículos mostram que usamos para ensinar sobre Deus o mesmo tipo de música que usamos para adorá-lo: canto de salmos, hinos e cânticos espirituais. Não há no Novo Testamento autorização para o uso de instrumentos quando cantamos para louvar e ensinar sobre a vontade de Deus.

3) Prazer dos ouvintes. Muito antes que a música fosse mencionada em relação com adoração, já era usada para dar entretenimento aos homens. Os instrumentos musicais estavam entre as primeiras invenções dos homens (Gênesis 4:21). A música é freqüentemente associada com festividades (Gênesis 31:27; Lucas 15:25) e com o alívio (Samuel 16:23). O escritor de Eclesiastes observou que Deus pretendia que o povo trabalhador tivesse algum tempo para tal prazer nesta vida (Eclesiastes 3:12-13). Não há princípio bíblico que condene ouvir música decente por entretenimento, sejam os cânticos infantis que a mãe ensina aos filhinhos, música popular que os jovens ouvem, ou música clássica que seus pais e avôs possam apreciar.

Uma observação: Nós que somos pais precisamos cuidadosamente não provocar nossos filhos à ira quando ensinamos sobre tais assuntos (Efésios 6:4). Devemos ensiná-los a escolher músicas decentes e puras em suas mensagens, mas não devemos condenar a música deles meramente por preferências de estilo. Quando eu era adolescente, meu pai não gostava das músicas que eu gostava, e que meus filhos agora chamam de antigas! Mas ele me ensinou, e eu lhes ensino, a ouvir músicas que não corrompam os valores espirituais e morais.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O QUE É TRIBUNAL DE CRISTO?

O QUE É TRIBUNAL DE CRISTO?





Todos os salvos, após o arrebatamento, comparecerão diante do Redentor, ocasião em que haverá uma avaliação do que fizemos ou não fizemos; uns receberão louvor; outros, censura: "Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal" (2 Coríntios 5.10).

Quem julgará: Cristo, o Justo Juiz (João 5.22; Is 33.22).

Quem será julgado: todos os salvos, sem exceção. "Pois todos havemos de comparecer perante o tribunal de Cristo" (Romanos 14.10).
Onde será o Tribunal: no céu. Em outro lugar não poderia ser. O céu é a morada de Deus, e é para lá que iremos.
Como será o julgamento: tudo será transparente e público, ou seja, o que tivermos feito por meio do corpo, de bom ou ruim, será conhecido por todos os presentes. Nada ficará encoberto: "Todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas" (Hebreus 4.13)
O julgamento dos crentes não será para condenação. A nossa salvação está garantida pelo sacrifício de Jesus. O julgamento será para galardoar aqueles que foram fiéis; que não enterraram seus talentos; que souberam utilizar os dons espirituais e ministeriais recebidos; que, enfim, cumpriram a contento a missão que o Senhor lhes confiou. Estes receberão aprovação divina, recompensa e honra (Mateus 25.21; 1 Coríntios 3.12-14; Romanos 2.10). Os servos negligentes receberão reprovação divina, ficarão envergonhados e sofrerão perdas (1 Coríntios 3.15).
Tudo será revelado: nossos atos mais ocultos; nossas palavras; nosso caráter. Nada ficará encoberto. É o momento de prestarmos contas de nossas ações, de nossa fidelidade; nosso zelo pela obra do Senhor na Terra. Não devemos ficar atemorizados diante da perspectiva desse julgamento. Ali estará o nosso Salvador em quem confiamos. Mas devemos procurar crescer a cada dia como filhos de Deus, separados para o seu Reino. Fiquemos com estas palavras: "Ora, já está próximo o fim de todas as coisas. Portanto, sede sóbrios, e vigiai em oração. Tende, antes de tudo, ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados. Sede hospitaleiros uns para os outros, sem murmuração. Servi uns aos outros conforme o dom que cada um recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus" (1 Pedro 4.7-10).

terça-feira, 29 de outubro de 2013

OS 320 NOMES E TÍTULOS DE JESUS NA BÍBLIA




Jesus esteve presente nos tempos eternos, nos quais, Deus alegrava-se com a idéia da criação; participou do gênesis ativamente e ainda nos dias iniciais da existência do homem, foi alvo de uma profecia – promessa – que apontava para o maior dos sacrifícios, através do qual, a humanidade seria restaurada e viveria uma nova dimensão, uma vida fundamentada na rocha, inabalável e firme o suficiente para suportar as intempéries do dia-a-dia. Oh graças! Muitos séculos passaram-se desde aquele dia memorável, no qual a promessa foi firmada, mas, o Todo-Poderoso não se esquece! E no tempo oportuno, explicita o quanto gosta do homem, enviando o Senhor para o sacrifício que restauraria a comunhão pessoal com Ele. Neste artigo, quero mostrar a grandiosidade do Senhor Jesus, apresentando os Títulos e Nomes, pelos quais foi reconhecido pelo Seu povo.

1. Advogado - 1Jo 2.1

2. Autor da Salvação – Hb 2.10 e 5.9

3. Autor e consumador da fé - Hb 12.2

4. Bom Pastor – Jo 10.11

5. Braço do Senhor - Is 51.9; 53.1

6. Cabeça da Igreja – Ef 1.22

7. Conselheiro – Is 9.6

8. Consolador de Israel - Lc 2.25

9. Cordeiro – Jo 1.29; Ap 13.8

10. Criador – Jo 1.3

11. Cristo de Deus – Lc 9.20

12. Deus – Jo 20.28; Rm 9.5

13. Deus Poderoso – Is 9.6

14. Eleito de Deus – Is 42.1

15. Emanuel – Is 7.14

16. Estrela da Manhã – Ap 22.16

17. Eu Sou – Jo 8.58

18. Filho Amado - Mc 1.11

19. Filho da Justiça – Ml 4.2

20. Filho de Davi – Mt 1.1

21. Filho de Deus – Mt 2.15

22. Filho de Deus Bendito – Mc 14.61

23. Filho do Altíssimo – Lc 1.32

24. Filho do Homem – Mt 8.20

25. Filho Unigênito – Jo 1.18

26. Glória do Senhor – Is 40.5

27. Guia – Mt 2.6

28. Herdeiro – Hb 1.2

29. Homem de Dores – Is 53.3

30. Imagem de Deus – 2Co 4.4

31. Jesus – Mt 1.21

32. Jesus de Nazaré – Mt 21.11

33. Juiz de Israel – Mq 5.1

34. Justo – At 7.52

35. Leão de Judá – Ap 5.5

36. Legislador – Is 33.22

37. Libertador – Rm 11.26

38. Luz do Mundo – Jo 8.12

39. Mediador – 1Tm 2.5

40. Mensageiro da Aliança – Ml 3.1

41. Messias – Jo 1.41

42. Nazareno – Mt 2.23

43. Pai Eterno – Is 9.6

44. Palavra de Deus – Ap 19.13

45. Palavra, Verbo – Jo 1.1

46. Pão da Vida – Jo 6.35

47. Pastor e Bispo – 1Pe 2.25

48. Pedra de Esquina – Sl 118.22

49. Poderoso – Is 60.16

50. Porta – Jo 10.7

51. Precursor – Hb 6.20

52. Primeiro e Último – Ap 1.5

53. Primogênito – Ap 1.5

54. Príncipe – Is 55.4

55. Príncipe da Paz – Is 9.6

56. Príncipe da Vida – At 3.15

57. Profeta – Lc 24.19; At 3.22

58. Raiz de Davi – Ap 22.16

59. Rei – Zc 9.9

60. Rei das Nações – Ap 15.3

61. Rei dos Judeus – Mt 2.2

62. Rei dos Reis - 1Tm 6.15

63. Rei dos Séculos – 1Tm 1.17

64. Renovo – Is 4.2

65. Ressurreição e Vida – Jo 11.25

66. Rocha – 1Co 10.4

67. Salvação – Lc 1.69

68. Salvador – Lc 2.11

69. Santo – At 3.14

70. Santo de Deus – Mc 1.24

71. Santo de Israel – Is 41.14

72. Santo Servo – At 4.27

73. Semente da Mulher – Gn 3.15

74. Senhor da Glória – 1Co 2.8

75. Senhor dos Senhores – 1Tm 6.15

76. Sol Nascente – Lc 1.78

77. Sumo – Sacerdote – Hb 4.14

78. Supremo Pastor – 1Pe 5.14

79. Todo-Poderoso - Ap 1.8

80. Verdade – Jo 1.14

81. Verdadeira Luz – Jo 1.9

82. Vida – Jo 14.6

83. Videira Verdadeira – Jo 15.1

84. O Cristo – do Grego ‘Christós,’ que significa ‘ungido’ - (Mateus 1:16; Mateus 16:16)

85. O Cristo do Senhor (Lucas 2:26)

86. O Cristo de Deus (Lucas 9:20)

87. O Cristo que vos foi destinado (aos Judeus) (Actos 3:20)

88. O Messias – do Hebraico ‘Mashiach,’ que significa ‘ungido’ – (Salmo 2:2; João 1:41; 4:25-26)

89. O Filho (Salmo 2:12)

90. O Filho de Deus (Romanos 1:4)

91. O Filho do Deus vivo (Mateus 16:16)

92. O Filho de Deus que havia de vir ao mundo (João 11:27)

93. O Filho de Deus, que tem os olhos como chama de fogo e cujos pés são como latão reluzente (Apocalipse 2:18)

94. O Filho do Pai (2 João 3)

95. O Filho do Bendito (Marcos 14:61)

96. O Filho do Altíssimo (Lucas 1:32)

97. O amado Filho de Deus, em quem Deus se compraz (Mateus 3:17)

98. O Unigênito vindo de junto do Pai (João 1:14), que está no seio do Pai (João 1:18)

99. O Senhor (Lucas 24:34 – Grego ‘Kurios’)

100. O Senhor Deus, que é, que era e que vem, o Onipotente (Apocalipse 1:8)

101. O Senhor da glória (1 Coríntios 2:8; Tiago 2:1)

102. O Senhor da paz (2 Tessalonicenses 3:16)

103. O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas (Apocalipse 22:6)

104. O Senhor dos senhores (Apocalipse 17:14 e Apocalipse 19:16)

105. O Senhor dos mortos e dos vivos (Romanos 14:9)

106. O Eterno dos exércitos (Salmo 24:10).

107. O Eterno nossa justiça (Jeremias 23:6)

108. O Eterno forte e poderoso, o Eterno poderoso na batalha (Salmo 24:8)

109. O Eterno, o meu Deus (Zacarias 14:5)

110. Deus (Hebreus 1:9 - Grego ‘Theos,’ traduzido ‘Deus’)

111. Deus bendito eternamente (Romanos 9:5)

112. O verdadeiro Deus (1 João 5:20)

113. Eu sou (João 8:58)

114. Meu Deus (João 20:28)

115. O nosso Deus (2 Pedro 1:1)

116. O nosso grande Deus (Tito 2:13)

117. A imagem de Deus (2 Coríntios 4:4)

118. A imagem do Deus invisível (Colossenses 1:15)

119. A expressa imagem do ser de Deus (Hebreus 1:3)

120. O resplendor da glória de Deus (Hebreus 1:3)

121. O Primogênito (de Deus) (Hebreus 1:6)

122. O Santo de Deus (João 6:69)

123. A Palavra de Deus (Apocalipse 19:13).

124. O Servo de Deus (Mateus 12:18; Actos 3:13; Isaías 41:8)

125. O santo servo de Deus (Actos 4:30)

126. O poder de Deus (1 Coríntios 1:24)

127. A sabedoria de Deus (1 Coríntios 1:24)

128. A justiça de Deus (Isaías 46:13)

129. A salvação de Deus (Lucas 2:30; 3:6; Isaías 46:13)

130. O instrumento da salvação de Deus (Isaías 49:6)

131. O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:29)

132. O Eleito de Deus (Lucas 9:35)

133. O Anjo do Eterno (Gênesis 16:7)

134. O Renovo do Eterno (Isaías 4:2)

135. O braço do Eterno (Isaías 53:1)

136. O Filho do homem (Mateus 26:24; 24:30)

137. O Filho do homem que está no céu (João 3:13)

138. O Filho de Davi (Mateus 1:1)

139. A raiz e a descendência de Davi (Apocalipse 22:16)

140. O Rebento de Davi (Apocalipse 5:5)

141. A raiz de Jessé (Isaías 11:10)

142. O Filho de Abraão (Mateus 1:1),

143. A descendência de Abraão (Gálatas 3:16)

144. O Poderoso de Jacó (Isaías 49:26)

145. O Santo de Israel (Isaías 54:5)

146. O Anjo do pacto (Malaquias 3:1)

147. O Anjo da sua face (Isaías 63:9)

148. O Amado (Efésios 1:6)

149. O caminho, a verdade e a vida (João 14:6)

150. A Palavra (João 1:1)

151. A Palavra da vida (1 João 1:1)

152. O Príncipe da vida (Actos 3:15)

153. O pão da vida (João 6:35)

154. O pão vivo que desceu do céu (João 6:51)

155. O pão de Deus que desce do céu e dá vida ao mundo (João 6:33)

156. A luz do mundo (João 8:12)

157. A luz dos homens (João 1:4)

158. A verdadeira luz que alumia a todo homem (João 1:9)

159. A Aurora do alto (Lucas 1:78)

160. O autor de uma salvação eterna para todos os que lhe obedecem (Hebreus 5:9-10)

161. O mediador do novo pacto (Hebreus 12:24)

162. O Salvador do mundo (João 4:42)


163. O Cordeiro que foi imolado (Apocalipse 5:12)
164. A descendência da mulher (Gênesis 3:15)

165. A rocha espiritual que seguia os Israelitas (1 Coríntios 10:4)

166. O príncipe dos reis da terra (Apocalipse 1:5)

167. O Leão da tribo de Judá (Apocalipse 5:5)

168. O Nazareno (Marcos 16:6)

169. O profeta de Nazaré da Galileia (Mateus 21:11)

170. O profeta que havia de vir ao mundo (João 6:14)

171. A glória do teu povo Israel (Lucas 2:32)

172. A consolação de Israel (Lucas 2:25)

173. A redenção de Jerusalém (Lucas 2:38)

174. O Primeiro e o Último, que foi morto e reviveu (Apocalipse 2:8)

175. O Libertador (Romanos 11:26)

176. O bom pastor (João 10:11)

177. O sumo Pastor (1 Pedro 5:4)

178. O grande Pastor das ovelhas (Hebreus 13:20)

179. A porta das ovelhas (João 10:7) 180. A pedra angular (Mateus 21:42)

181. A pedra que os edificadores rejeitaram (Mateus 21:42)

182. O fundamento que já está posto (1 Coríntios 3:11)

183. A estaca (Zacarias 10:4)

184. O arco de guerra (Zacarias 10:4)

185. O esposo (Mateus 9:15; João 3:29)

186. A cabeça da igreja (Efésios 5:23)

187. A cabeça do corpo (Colossenses 1:18)

188. A cabeça de todo homem (1 Coríntios 11:3)

189. A cabeça de todo principado e potestade (Colossenses 2:10)

190. O Salvador do corpo (Efésios 5:23)

191. A videira verdadeira (João 15:1)

192. A videira (João 15:5)

193. O Príncipe da Paz (Isaías 9:6)

194. Aquele que nos trará a paz (Miquéias 5:4)

195. A rosa de Saron (Cântico dos Cânticos 2:1)

196. O Lírio dos vales (Cântico dos Cânticos 2:1)

197. A propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo (1 João 2:2)

198. A aliança do povo (Isaías 42:6)

199. O fim da lei (Romanos 10:4),

200. O Sol da justiça (Malaquias 4:2)

201. A resplandecente estrela da manhã (Apocalipse 22:16)

202. O justo juiz (2 Timóteo 4:8)

203. O juiz dos vivos e dos mortos (Actos 10:42)

204. O homem que Ele (isto é, Deus) destinou (Actos 17:31)

205. A vida eterna (1 João 1:2; 5:20)

206. A ressurreição (João 11:25)

207. A esperança da glória (Colossenses 1:27)

208. A bem-aventurada esperança (Tito 2:13)

209. O primogênito entre muitos irmãos (Romanos 8:29)

210. O primogênito de toda a criação (Colossenses 1:15)

211. O primogênito dentre os mortos (Colossenses 1:18) ou o primogênito dos mortos(Apocalipse 1:5)

212. As primícias dos que dormem (1 Coríntios 15:20)

213. O Princípio e o Fim (Apocalipse 1:8; 22:13)

214. O princípio da criação de Deus (Apocalipse 3:14)

215. O primeiro e o último (Apocalipse 22:13)

216. O Alfa e o Omega (Apocalipse 1:8; 22:13)

217. A testemunha fiel e verdadeira (Apocalipse 3:14)

218. O Amém (Apocalipse 3:14)

219. O Vivente (Apocalipse 1:18)

220. O Santo (Apocalipse 3:7)

221. O justo (Isaías 53:11)

222. O Verdadeiro (Apocalipse 3:7)

223. O Fiel e Verdadeiro (Apocalipse 19:11)

224. O Rei (Mateus 25:34,40)

225. O Rei que vem em nome do Senhor (Lucas 19:38)

226. O Rei dos Judeus (Mateus 27:11)

227. O Rei de Israel (João 1:49)

228. O Rei da Filha de Sião (João 12:15)

229. O Rei da glória (Salmo 24:9)

230. O Rei dos reis (Apocalipse 17:14)

231. O Apóstolo e o Sumo Sacerdote da nossa profissão de fé (Hebreus 3:1)

232. O autor da nossa salvação (Hebreus 2:10)

233. O Pastor e Bispo das nossas almas (1 Pedro 2:25)

234. Um homem de dores, que sabe o que é padecer (Isaías 53:3)

235. Um cordeiro sem defeito e sem mancha, preordenado antes da fundação do mundo, mas manifestado nos últimos tempos por amor de nós (1 Pedro 1:19-20)

236. Um chifre de salvação (ou um poderoso salvador) (Lucas 1:69)

237. Uma grande luz (Mateus 4:16)

238. Um grande profeta (Lucas 7:16)

239. Um profeta poderoso em obras e em palavras diante de Deus e de todo o povo (Lucas 24:19)

240. Um homem que Deus aprovou entre os Judeus com milagres, prodígios e sinais que Deus por ele fez no meio dos Judeus (Actos 2:22)

241. Um firme fundamento (Isaías 28:16)

242. Uma pedra angular preciosa (Isaías 28:16)

243. Uma pedra provada (Isaías 28:16)

244. Uma pedra de tropeço e uma rocha de escândalo (1 Pedro 2:8)

245. Um Mestre vindo de Deus (João 3:2)

246. Um misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas pertencentes a Deus (Hebreus 2:17)

247. Um grande Sumo Sacerdote que penetrou nos céus (Hebreus 4:14)

248. Um advogado junto do Pai (1 João 2:1)

249. Uma coroa esplêndida (Isaías 28:5)

250. Um diadema de honra (Isaías 28:5)

251. Um renovo justo (Jeremias 23:5)

252. Um renovo de justiça (Jeremias 33:15)

253. Um homem que nos disse a verdade que de Deus ouviu (João 8:40)

254. Alguém maior do que o templo (Mateus 12:6)

255. Um maior do que Salomão (Mateus 12:42)

256. Um maior do que Jonas (Mateus 12:41)

257. A nossa justiça, santificação e redenção (1 Coríntios 1:30)

258. O nosso Senhor (Romanos 5:1)

259. O nosso Salvador (Tito 1:4)

260. A nossa Páscoa (1 Coríntios 5:7)

261. A nossa vida (Colossenses 3:4)

262. A nossa esperança (1 Timóteo 1:1)

263. A nossa paz (Efésios 2:14)

264. Aquele que havia de vir (Romanos 5:14)

265. Aquele que veio com água e com sangue (1 João 5:6)

266. Aquele que serve (Lucas 22:27)

267. Aquele que não conheceu pecado (2 Coríntios 5:21)

268. Aquele que o Pai santificou e enviou ao mundo (João 10:36)

269. Aquele que Deus enviou (João 3:34)

270. Aquele que vem em nome do Senhor (Mateus 23:39)

271. Aquele que vem do alto (João 3:31)

272. Aquele que vem do céu (João 3:31)

273. O que busca a glória daquele que o enviou (João 7:18)

274. Aquele que é desprezado pelos homens (Isaías 49:7)

275. Aquele que é detestado pela nação (Isaías 49:7)

276. Aquele que suportou tal oposição dos pecadores contra si (Hebreus 12:3)

277. Aquele que foi apreçado, apreçado pelos filhos de Israel (Mateus 27:9)

278. Aquele que será dominador em Israel (Miqueias 5:2)

279. Aquele que traspassaram (João 19:37)

280. Aquele que Deus ressuscitou (Actos 13:37)

281. Aquele que morreu e ressuscitou por nós (2 Coríntios 5:15)

282. Aquele que desceu às partes mais baixas da terra (Efésios 4:9)

283. Aquele que subiu acima de todos os céus, para encher todas as coisas (Efésios 4:10)

284. Aquele que nos ama, e nos libertou (ou lavou) dos nossos pecados com o seu sangue(Apocalipse 1:5)

285. Aquele que está em nós (1 João 4:4)

286. Aquele que baptiza com o Espírito Santo (João 1:33)

287. Aquele que nos chamou por sua glória e virtude (2 Pedro 1:3)

288. Aquele que semeia a boa semente (Mateus 13:37)

289. Aquele que é desde o princípio (1 João 2:13)

290. Aquele que cumpre tudo em todos (Efésios 1:23)

291. Aquele que tem a chave de Davi, aquele que abre e ninguém fecha, aquele que fecha e ninguém abre (Apocalipse 3:7)

292. Aquele que tem na sua destra as sete estrelas, e que anda no meio dos sete castiçais de ouro (Apocalipse 2:1)

293. Aquele que tem a espada aguda de dois gumes (Apocalipse 2:12)

294. Aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas (Apocalipse 3:1)

295. Aquele de quem escreveram Moisés na lei, e os profetas (João 1:45)

296. Filho de José (Lucas 3:23)

297. O carpinteiro (Marcos 6:3)

298. O Filho de Maria (Marcos 6:3)

299. O irmão de Tiago e de José, de Judas e de Simão (Marcos 6

300. Jesus de Nazaré (Actos 10:38)

301. Nazareno (Mateus 2:23)

302. Jesus o Galileu (Mateus 26:69)

303. Davi (Ezequiel 37:24)

304. Bom Mestre (Marcos 10:17)

305. Mestre (Mateus 22:36; 23:10)

306. Tudo em todos (Colossenses 3:11)

307. Herdeiro de todas as coisas (Hebreus 1:2)

308. Pedra viva (1 Pedro 2:4)

309. Sumo Sacerdote dos bens futuros (Hebreus 9:11)

310. Autor e consumador da fé (ou Capitão e perfeito exemplo de fé) (Hebreus 12:2)

311. Senhor do sábado (Lucas 6:5)

312. Príncipe e Governador dos povos (Isaías 55:4)

313. Testemunha aos povos (Isaías 55:4)

314. Ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor, e não um homem, erigiu (Hebreus 8:2)

315. Ministro dos circuncisos (Romanos 15:8)

316. Conselheiro (Isaías 9:6)

317. Maravilhoso (Isaías 9:6)

318. Emanuel (Mateus 1:23-24), que traduzido, quer dizer ‘Deus conosco’

319. Pai eterno (Isaías 9:6)

320. Deus poderoso (Isaías 9:6)

Que Deus nos ajude bastante para podermos usufruir dos benefícios do Senhorio de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Amém!


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Paralisia Espiritual




Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Hebreus 4:15.

A palavra fraqueza no Novo Testamento, quase não é empregada com um sentido puramente de força física. Ela se refere mais a uma fraqueza mental, moral e emocional, a uma ausência de forças. As fraquezas, por si mesmas, não constituem pecado, mas minam nossa resistência, tornando-nos mais vulneráveis à tentação. No Novo Testamento, a palavra fraqueza aplica-se a certos aspectos da natureza humana que podem pre-dispor-nos ou inclinar-nos a pecar, por vezes até mesmo sem uma decisão consciente de nossa parte. O escritor do livro de Hebreus aplica essa figura ao nosso grande Sumo-Sacerdote e Mediador, o Senhor Jesus Cristo. Como Ele nunca tinha pecado, como nunca tinha cedido à tentação, o que não era o caso dos sacerdotes do Antigo Testamento, nunca necessitara executar o holocausto por si mesmo. Mas já que fora tentado, já que fora provado em todas as coisas como nós o somos, temos um grande Sumo-Sacerdote que pode “compadecer-se das nossas fraquezas”. Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados. Hebreus 2:18.

Se ele apenas entendesse o fato de termos fraquezas, já seria o suficiente. Mas a situação é ainda melhor. Ele conhece a sensação que temos em nossas fraquezas e não apenas as deformidades, não apenas a fraqueza em si, não apenas os traumas emocionais e conflitos interiores, mas também a dor que tudo isso nos inflige. Ele compreende as frustrações, aflições, depressões, mágoas, os sentimentos de abandono e solidão, isolamento e rejeição. Aquele que conhece a sensação que temos em nossas fraquezas experimenta toda a gama de emoções que acompanham nossas enfermidades e deformidades.

E qual é a prova disso? Em que se baseia o autor de Hebreus para afirmar que Jesus sabia como nos sentimos por causa de nossas fraquezas? Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade, embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu Hebreus 5:7-8.

Será que essa oração foi feita em silêncio e tranqüilidade? Não. Ele ofereceu “com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte”. Isso nos fala do Getsêmani, da sua paixão e sofrimento da cruz. O nosso Senhor Jesus passou por tudo isso. Ele sabe o que é chorar com muitas lágrimas. Sabe o que é orar a Deus em prantos. Ele lutou com emoções que quase o despedaçaram. Ele conhece isso. Já passou por isso e pode sentir o que sentimos. Ele sofre conosco. Irmãos estamos diante de um Pai celeste que compreende nossos sentimentos e nos chama para que lhe falemos deles. 

Por isso, podemos aproximar-nos do trono da Graça com toda a confiança, sabendo que encontraremos graça e misericórdia diante dele, nos momentos de dificuldades. Podemos nos achegar a Ele quando precisarmos de perdão, quando sentirmos o peso da culpa de nossos pecados. E podemos nos aproximar também, quando estivermos sendo torturados e atormentados pelo reconhecimento de nossas fraquezas. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna. Hebreus 4:16.
A experiência que Jesus Cristo teve na condição de ser humano acha-se agora conosco na pessoa do Espírito Santo, que nos ajuda em nossas fraquezas, havendo uma colaboração mútua, para a cura delas. Mas tem muitas pessoas que não querem ser curadas. Eles preferem serem vítimas dos seus traumas emocionais. O vitimismo as deixa totalmente paralisadas espiritualmente. Para que o nosso Senhor Jesus nos curasse de nossa paralisia, foi necessário Ele ficar paralitico naquela cruz. Lembra-se de que Ele foi pregado na cruz? As costas estavam feridas pelas chicotadas, assim como as suas também ficam feridas às vezes. 

Jesus deve ter tido muita vontade de remexer-se um pouco, para mudar de posição, para aliviar o peso do corpo, mas não podia se mover. Ele sabe o que você está sentindo meu irmão, minha irmã. Ele conhece a sua profunda dor. O Filho de Deus havia sentido as tamanhas dores que torturavam seu corpo naquela cruz. Somente Jesus conhece aquela sensação de desamparo que eu e você muitas e muitas vezes sentimos. Marcos 15:34 À hora nona, clamou Jesus em alta voz: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?

Muitas vezes, agradecemos a Deus pelo fato de Jesus haver levado sobre si os nossos pecados na cruz. Mas precisamos lembrar outra coisa. Em sua plena identificação com nossa condição humana, principalmente quando se achava na cruz, ele levou sobre si todos os nossos sentimentos, e carregou as nossas sensações de fraqueza, para que não precisássemos ter que levá-las sozinhos. Não podemos ter nenhuma dificuldade em crer que quando Jesus Cristo foi crucificado, nós também fomos crucificados com Ele. 

Hoje Cristo é a nossa vida, é esta certeza que nos fornece as bases para termos esperança e sermos curados. O fato de sabermos que Deus não apenas sabe de tudo e nos ama, mas também compreende plenamente o que passamos é um fator altamente terapêutico para a cura de nossos traumas emocionais. Lucas 9:11 Mas as multidões, ao saberem, seguiram-no. Acolhendo-as, falava-lhes a respeito do Reino de Deus e socorria os que tinham necessidade de cura.

Qual é a sua necessidade de cura? Em qual área de sua vida há necessidade de cura? A Bíblia esta dizendo que Jesus acolhe e se tiver necessidade de cura, Ele cura. Você pode crê que Ele cura? Então a sua doença é puro vitimismo de sua parte. Você sabe onde encontrar a cura, mas você quer ser curado? Marcos 9:23 Ao que lhe respondeu Jesus: Se podes! Tudo é possível ao que crê.

Muitas vezes, nós, os pregadores, damos aos ouvintes a enganosa ideia de que o novo nascimento irá automaticamente resolver esses problemas emocionais. Mas isso não é verdade. A grande experiência com Cristo, embora seja importante e de valor eterno, não constitui um atalho para a cura de nossos males mentais. Não é uma cura instantânea para nossos problemas de personalidade. É necessário que compreendamos bem isto, primeiro, para que possamos aceitar-nos bem, e permitir que o Espírito Santo opere em nós, de uma forma toda especial, a fim de curar nossas mágoas e complexos. Precisamos entender isso também, para não julgarmos os outros com muita dureza, mas termos paciência com aqueles que demonstram uma conduta contraditória e confusa. 

Agindo assim, evitaremos fazer críticas injustas e julgamentos errados contra nossos irmãos. Pois eles são pessoas, como nós, com suas mágoas, cicatrizes emocionais e formação errada, e essas coisas interferem na conduta do momento. Se compreendermos bem que a salvação não nos dá uma cura imediata dos males emocionais teremos uma compreensão melhor com relação à doutrina da santificação. É impossível saber o grau de espiritualidade de uma pessoa simplesmente pela observação de sua conduta exterior. Romanos 11:16 E, se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade; se for santa a raiz, também os ramos o serão. 

Quais são suas doenças emocionais? Uma das mais comuns é um profundo sentimento de desvaJor, uma perene sensação de ansiedade, incapacidade e inferioridade, uma vozinha interior que vive a repetir: “Não presto para nada. Nunca serei nada. Ninguém pode gostar de mim. Tudo que faço dá errado.” O que acontece a esse indivíduo quando se converte? Uma parte de seu ser crê no amor de Deus, aceita o perdão de Deus e sente paz por algum tempo. Mas depois, de repente, parece que algo dentro dele acorda e grita: “É tudo mentira! Não creia nisso! Não ore! Não há ninguém lá em cima para escutá-lo. Ninguém pode aliviar sua aflição. Como Deus poderia amar e perdoar a uma pessoa como você? Você é ruim demais!” O que aconteceu? Aconteceu que as Boas-Novas do evangelho não atingiram o mais íntimo recesso de seu ser, que foi traumatizado, que também precisa receber a mensagem do evangelho. Essas cicatrizes profundas precisam ser alcançadas pelo “Bálsamo de Gileade” e por Ele curadas. Jeremias 17:14 Cura-me, SENHOR, e serei curado, salva-me, e serei salvo; porque tu és o meu louvor.

Algum tempo atrás eu li em um livro uma história de um teólogo que havia sido entrevistado por um repórter, desses teólogos que esposam a tese de que Deus está morto, O repórter lhe perguntou: O que é Deus, para o senhor? Deus? Ah, para mim, Deus é aquela vozinha interior que está sempre dizendo: “Ainda não está bom!” Com isso, ele não falou muito acerca de Deus, mas revelou muita coisa sobre seus traumas. E acredito que pessoas doentes assim só podem produzir doutrinas enfermas. Irmãos, como o complexo de perfeccionismo derrota a muitos na caminhada cristã! E como afasta as pessoas do reino de Deus! O Senhor Jesus veio buscar os estropiados e não os perfeitos para levá-los para o Seu reino. Em verdade vos digo que publicanos e meretrizes vos precedem no reino de Deus. Mateus 21:31b.

Quando Paulo escreveu sua primeira carta aos coríntios, abordou todos os problemas humanos possíveis e imagináveis, e alguns dos mais inimagináveis. Falou sobre disputas, divisão da igreja em grupos, casos de tribunais, contendas acerca de propriedades e vários tipos de problemas sexuais, desde o incesto até a prostituição. Falou sobre sexo pré-conjugal, conjugal e extra-conjugal. Analisou questões tais como viuvez, divórcio, vegetarianismo, bebedices por ocasião da Ceia do Senhor, dons de línguas, mortes e enterros, o levantamento de ofertas e campanhas pessoais dentro da igreja. Contudo, ele inicia sua carta dizendo que não queria saber nada entre eles, a não ser “Jesus Cristo, e este crucificado”. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado. 1 Coríntios 2:2. A cura da nossa paralisia está numa Pessoa, Cristo. Amém. 

sábado, 26 de outubro de 2013

O Cristo de João


O Apóstolo João encontrava-se em Éfeso por volta do ano 90 da nossa era. Ele era o último dos Apóstolos que ainda vivia. Todos os demais haviam sidos mortos cruelmente. Um posicionamento religioso contrário à fé estava sendo disseminado no seio do Cristianismo. E isto levou João a escrever a sua primeira carta. Pessoas que por um tempo haviam vivido o Evangelho genuíno agora, de forma herética, distanciando-se da verdade, ensinavam que Jesus não tinha humanizado como haviam crido. Que Cristo havia sido apenas uma manifestação angelical. Que o Sangue de Jesus não possuía todos os efeitos que os Apóstolos haviam ensinado A triunidade (A pessoa do Pai, do Filho e do Espírito Santo) era também uma crença negada.. Que o ser humano não era tão pecador assim e não poderia ser responsabilizado pelas más atitudes. Com isso havia também uma abertura para a licenciosidade, a idolatria e adoração dos anjos. Outro erro gravíssimo era a crença de que a salvação dependia apenas de conhecer determinados conceitos, crença que até hoje se denomina Gnosticismo. O Apóstolo João, apesar da idade, escreve esta linda carta, em defesa da fé e apresentando o Genuíno Jesus Cristo.
Falar tudo sobre este Jesus que João cria é muito difícil, mas pelo menos uma verdade de cada capítulo já nos enriquecerá muito. No capítulo um, para João, Cristo havia sido real. “O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida. (Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada); O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo.” 1 João 1. 1-3.
Ele fala de um Cristo que havia ensinado. Ele o havia ouvido falar. Ele também o havia visto com seus olhos. Ele também afirma que havia tocado Jesus. Então o Cristo em quem João cria tinha sido uma pessoa real que havia falado, agido e permitido ser tocado. O Cristo de João não era uma fantasia, uma utopia. Não era um Cristo psicologizado, romantizado, teatralizado, construído pela mente humana. João havia ouvido Jesus ensinar, perdoar pecados, tocar leprosos, realizar milagres, chorar, andar sobre as águas e agonizar no gêtsemani.
No capítulo dois, para João, Jesus era o mediador perfeito. "Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo." 1 João 2.1 e 2. Carinhosamente João com um coração paterno, chama os irmãos de “meus filhinhos”. O Filho do trovão, arrogante no início do seu ministério, que queria que descesse fogo do céu para exterminar os opositores, agora era o Apóstolo do amor.
Orienta: “Não pequeis”, por que esta atitude é frontal à santidade e a pessoa de Deus. Não há nada pior na natureza humana que pecar, errar o alvo espiritual, ultrapassar os limites estabelecidos por Deus. Usar o que é de Deus contra Deus. Mas dizia João: “Se alguém pecar temos um advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo.” Para o pior problema, melhor amigo. O termo advogado aqui é Paracleto: Um amigo fiel, chamado para ficar ao lado, onde pode interceder, assumir a causa, resolver a questão e consolar na hora da solidão, do medo e dor. Mas como Jesus conseguiu esta credencial? João inspiradíssimo descreve: “E Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.” Propiciação significa: Sacrifício perfeito, sacrifício aceito pelo Pai, sacrifício substitutivo, em lugar de outro. Aliás, abrangente, suficiente para salvar a humanidade toda. João também havia visto Cristo morrer e derramar o Seu sangue no sacrifício perfeito do calvário. A bem da verdade foi o discípulo que mais perto ficou da cruz e pode receber uma das frases pessoais diretamente de Jesus. Filho eis aí tua mãe e Mãe eis aí teu filho – referindo-se a João e Maria.
No Capítulo três, Para João, Cristo era o alvo Eterno. "Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos." - 1 João 3.2. Tantas coisas boas que recebemos já nesta vida, por aceitar o que Cristo fez por nós. Jesus disse que receberíamos 100 vezes mais. Paz, esperança, alegria verdadeira, amor, perdão, libertação espiritual, certeza de salvação e muito mais que nenhum mercado, farmácia ou laboratório deste mundo pode fornecer, nós o recebemos pela graça e fé. Somente por estas maravilhas já valeria a pena se posicionar por Cristo. Mas o Senhor, infinito que é, nos oferece muito mais. A vida Eterna. Mas como será esta nova vida? Esta vida eterna. João, o discípulo mais amigo de Jesus escreveu: Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser.
Nossa mente não é capaz de entender os mistérios futuros. Todavia o texto reserva o melhor: “Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele;” Perceba: semelhantes e não iguais. Fomos criados, sustentados, amados, salvos por Ele e como se não bastasse na vida futura, seremos semelhantes a ele. A razão de existirmos é Jesus. O primeiro passo sempre é o dEle. Ele nos idealizou primeiro, morreu primeiro, salvou primeiro.
Na vida cristã, crescemos parecidos com Ele. Neste sentido encontramos em
2 Coríntios 3.18 – “Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.” O Espírito Santo nos transforma na imagem de Jesus. Jesus é o nosso modelo para transformação.
Romanos 8.29 – “Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.” Como é grandioso saber que fomos escolhidos antecipadamente, para sermos eternamente parecidos com Jesus.
No Capítulo quatro, Para João, o amor de Cristo era o modelo de vida. – “Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos. Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados. Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros.” – 1 João 4.7-11. Igreja só é Igreja se tiver amor. Evangelho, só é Evangelho se for ungido de amor. Dons espirituais, somente produz efeito se forem conduzidos pelo amor. Conhecimento verdadeiro é somente quando é transmitido por amor. Filantropia, somente pode ajudar quando as mãos que agem estão enluvadas, revestidas pelo amor. Cristianismo sem amor é jardim sem flor ou flor plastificada, sem perfume. As promessas do Senhor somente podem ser vividas em plenitude quando se está presente o amor. É somente no terreno do amor que a semente da eternidade é lançada, germinada, cresce e produz frutos.
No quinto e último capítulo de 1ª carta, para o Apostolo João, Cristo era a única possibilidade verdadeira de vida. “Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida.” - 1 João 5.12. A grande questão da vida espiritual, não é se somos religiosos, se somos moralmente bons, se somos queridos na sociedade, se ajudamos as pessoas... Tudo isso é muito bom, mas deve ser conseqüência e não a causa primária. Para João, A causa primária, a condição “sina qua non” (sem a qual não), o alvo irremovível, a situação intransferível, O tesouro inegociável, a cláusula inalterável chamava-se Jesus. Sem meias palavras João define a espiritualidade: quem tem Jesus tem a vida, quem não tem Jesus não tem a vida.
Você já aceitou Jesus? Jesus está presente em sua vida? Voce age no nome dEle? O resultado é para a glória dEle? Jesus é uma questão resolvida pelo seu coração? Todos os princípios que Ele disse e viveu é verdadeiro para a sua vida?
Você pode dizer sim, para estas questões?
Então parabéns, O teu Cristo é o mesmo de João.
O caminho é Jesus, vá por ele.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

O Sábio e Poderoso Controle de Deus nas Nossas Aflições.




“Acaso, é esmiuçado o cereal? Não; o lavrador nem sempre o está debulhando,” – (Isa 28:28)

A debulha da aflição não tem por propósito causar qualquer dano ao homem interior do cristão, porque o grão será mantido íntegro na debulha, e dele nada se perderá, senão somente a sua casca e palha.
O trabalho do lavrador não é somente o de debulhar, mas também de preparar a terra, cultivá-la, plantar a semente e cuidar da plantação até que chegue o tempo da colheita.
Ora, assim também procede em relação aos cristãos o Grande Agricultor que é Deus.
As aflições dos homens ímpios torna-lhes mais orgulhosos, mas aquelas aflições que nos levam a orar mais e que nos levam para mais perto de Deus, tornando-nos mais semelhantes a Cristo, estas são aflições abençoadas.
Por isso Davi disse: “Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos.” (Sl 119.71)
Todas as aflições dos cristãos estão debaixo do controle de Deus, porque ele não permitirá que a pressão sobre o grão não exceda a medida adequada, de modo a não prejudicá-lo. Como dissemos antes, o seu objetivo é apenas o de remover o que não serve, a saber, a casaca do pecado, a palha dos maus hábitos e tudo aquilo que impede o crescimento da graça que foi plantada por ele nos nossos corações.
“Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.” (I Cor 10.13)
Temos um amplo testemunho nas vidas de muitos cristãos que sairam muito melhorados espiritualmente de suas aflições.
É no nosso aperfeiçoamento espiritual até à plena semelhança com Cristo que Deus está interessado, porque foi para este propósito que ele nos criou.
Quando usamos a fé que professamos para outros fins, estaremos certamente mercadejando a Palavra de Deus para objetivos interesseiros egoístas pecaminosos que afastarão os nossos ouvintes para muito além deste alvo proposto pelo Senhor para aqueles que desejam se aproximar dele.
Assim, a paciência é recomendada na Bíblia para todas as aflições que experimentarmos porque é para este propósito que as provações nos são enviadas por Deus.
“Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes.” (Tiago 1.3,4)
Se não nos armarmos do pensamento que devemos ser pacientes na tribulação e depositar toda a nossa confiança no Senhor, para sermos fortalecidos pela sua graça, certamente interromperemos a ação da nossa perseverança que deve ser completa, para que sejamos aprovados em nossas tribulações.
Devemos também nos encorajar com o pensamento verdadeiro de que estas aflições são designadas para durarem uma temporada, caso necessário, com vistas ao refinamento da nossa fé, I Pedro 1.6. Assim, devemos nos consolar com a certeza de que Deus proverá o escape, como ele tem sido fiel em fazê-lo com todos os seus servos ao longo de toda a história da Igreja.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Halloween Não é Brincadeira e Reforma é Coisa Séria.


Muita gente não sabe, mas o Dia das Bruxas, o Samhain ou Halloween, Ano Novo céltico (31 de outubro), tem uma conexão com o Dia de Todos os Santos da Igreja Católica Romana. Este era originalmente celebrado em maio, e não no primeiro dia de novembro.

No ano 608, o imperador romano Focas apaziguou o populacho dos territórios pagãos recentemente conquistados, permitindo-lhe combinar o antigo ritual de Samhain com o Dia de Todos os Santos. E, assim, o panteão de Roma, templo edificado para a adoração de uma multiplicidade de deuses, foi transformado em igreja.

Foram os imigrantes europeus, especialmente os irlandeses, que introduziram o Halloween nos Estados Unidos. Hoje, o Dia das Bruxas é muito importante para os lojistas, inclusive no Brasil. Salém, em Massachusetts (Estados Unidos), é a sede da bruxaria norte-americana. Ali celebra-se, na época do Halloween, o Festival da Assombração, para expandir a temporada turística de verão. Tudo parece uma grande brincadeira, mas — conscientemente ou não — os participantes dessa festa estão se envolvendo com o ocultismo e o satanismo.

Por outro lado, algumas denominações evangélicas, além de realizarem festas similares às juninas (o que já é um absurdo), estão promovendo também, no fim de outubro, uma espécie de Halloween, decorando o ambiente com abóboras, etc. Elas alteram o nome da brincadeira satânica para Jesusween ou Elohin! Aos pastores destas igrejas quero apresentar um motivo melhor para festejar.

Em vez de comemorarem o Dia das Bruxas, os pastores que se prezam deveriam se lembrar da Reforma Protestante. Na manhã de 31 de outubro de 1517, véspera do Dia de Todos os Santos, Martinho Lutero — sacerdote romanista, professor de teologia e filho de um minerador bem-sucedido — começou a questionar de modo mais contundente a Igreja Católica e a atacar a autoridade do papa.

Lutero, então, afixou na porta da Catedral de Wittenberg (pronuncia-se vitemberk) um pergaminho que continha 95 declarações. Estas, conhecidas como teses, eram quase todas relacionadas com a venda de indulgências (pacotes caros pagos pelo perdão, inclusive das pessoas que já haviam partido para a eternidade).

Em junho de 1520, Lutero foi excomungado por uma bula — decreto do papa que continha o seu selo oficial. Em dezembro do mesmo ano, com ousadia, ele queimou esse documento em reunião pública, à porta de Wittenberg, diante de uma assembleia de professores, estudantes e o povo. No ano seguinte, foi intimado a comparecer ante as autoridades romanistas, em Worms. E declarou: “Irei, ainda que me cerquem tantos demônios quantas são as telhas dos telhados”.

No dia 17 de abril de 1521, Lutero apresentou-se à Dieta do Concílio Supremo, presidida pelo imperador Carlos V. Para escapar da morte, teria de se retratar. Mas ele não faria isso, a menos que fosse desaprovado pelas próprias Escrituras. E asseverou perante todos: “Aqui estou. Não posso fazer outra coisa. Que Deus me ajude. Amém”.

Considerado herege, ao regressar à sua cidade Lutero foi cercado e levado por soldados ao castelo de Wartzburg, na Turíngia, onde ficaria “guardado”. Ali, ele traduziu o Novo Testamento para o alemão, obra que, por si só, o teria imortalizado. Ao regressar a Wittenberg, reassumiu a direção do movimento a favor da Igreja Reformada, e a partir daí os princípios da Reforma Protestante se espalharam por toda a Europa, com ajuda de homens de valor, como Ulrico Zuínglio, João Calvino, Jacques Lefevre, João Tyndale, Tomás Cranmer, João Knox, etc.

Assim como muitos teólogos estão fazendo hoje, os católicos romanos haviam substituído a autoridade da Bíblia pela autoridade da igreja. Eles ensinavam que a igreja era infalível e que a autoridade da Bíblia procedia da tradição. Os reformadores afirmavam que as Escrituras eram a sua regra de fé, de prática e de viver, e que não se devia aceitar nenhuma doutrina que não fosse ensinada por elas. A Reforma devolveu ao povo a Bíblia que se havia perdido, passando a considerá-la a fonte primária de autoridade.

Nesses tempos difíceis, em que muitos estão brincando com o pecado e até com festas satânicas, quantos cristãos sérios estão dispostos a protestar contra as heresias verificadas entre nós (2 Pe 2.1; At 20.28), à semelhança de Lutero?

Onde Jesus esteve entre os 13 e 30 anos?

A revista Aventuras na História da Editora Abril publicou uma matéria onde requenta a velha teoria de que Jesus, dos 13 aos 30 anos, viveu em países estrangeiros aprendendo mágica, filosofia e alquimia, antes de se apresentar em Israel como o esperado Messias dos judeus. Vários evangelhos apócrifos são mencionados como fonte para esta especulação.

A matéria é entediante, além de revelar a mais completa ignorância dos estudos bíblicos e arqueológicos relacionados com a vida de Jesus Cristo. É igual às outras publicações sensacionalistas de fim de ano, que se aproveitam do Natal todo ano para interessar os curiosos e ignorantes tecendo teorias absurdas sobre a vida de Jesus.

A razão pela qual os Evangelhos não nos dizem nada sobre Jesus dos 13 aos 30 anos é por que os Evangelhos não são biografias no sentido moderno do termo, onde se conta toda a história da vida do biografado, desde seu nascimento até a sua morte, dando detalhes da sua infância, adolescência, mocidade, vida adulta e velhice. Os Evangelhos, como o nome já diz, foram escritos para evangelizar, isto é, para anunciar as boas novas da salvação mediante a morte e ressurreição de Jesus Cristo. Portanto, o que da vida de Jesus interessa aos Evangelhos é seu nascimento sobrenatural, para estabelecer de saída a sua divindade, seu ministério público a partir dos 30 anos, quando fez sinais e prodígios e ensinou às multidões, e sua morte e ressurreição que são a base da salvação que ele oferece. Não há qualquer interesse biográfico na adolescência e mocidade de Jesus, pois nesta época, viveu e cresceu como um rapaz normal.

Assim mesmo, algumas informações dos Evangelhos canônicos - Mateus, Marcos, Lucas e João - nos deixam reconstruir este tempo da vida de Jesus, que passa sem registro direto. Lemos que quando Jesus começou a fazer milagres e a ensinar em sua própria cidade, Nazaré, os moradores estranharam muito pelo fato de que eles conheciam Jesus desde a infância: 

"E, chegando à sua terra, ensinava-os na sinagoga, de tal sorte que se maravilhavam e diziam: Donde lhe vêm esta sabedoria e estes poderes miraculosos? Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos, Tiago, José, Simão e Judas? Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isto? E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, senão na sua terra e na sua casa. E não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles". (Mat 13:54-58)

Percebe-se pela passagem acima que os moradores da cidade conheciam Jesus e toda a sua família. Se Jesus tivesse passado estes 27 anos fora da cidade, certamente não haveria esta reação.

Além do mais, o ensino de Jesus acerca da Lei, dos mandamentos, do Reino de Deus , as suas parábolas e suas ilustrações são todas tiradas do Judaísmo, das Escrituras do Antigo Testamento e das terras da Palestina. Ele está familiarizado com a agricultura, o cuidado de ovelhas, o mercado, o sistema financeiro e legal da Palestina. Estas coisas teriam sido impossíveis se ele tivesse passado todos estes anos recebendo treinamento teológico e místico em outro país, outra cultura, outra religião. Não há absolutamente nada no ensino de Jesus que tenha se originado na religião egípcia, persa, mesopotâmica do da índia, todas elas politeístas, cheias de deuses e totalmente panteístas. O ensino de Jesus, ao contrário é monoteísta e criacionista.

Estas lendas bobas da sua infância são tiradas de "evangelhos" apócrifos e espúrios, cuja análise já fiz e ofereci aos meus leitores aqui. 

É impressionante, todavia, que ainda estão dando importância a este fragmento de um suposto "evangelho da esposa de Jesus" mesmo após autoridades em manuscritologia e papirólogos terem rejeitado sua importância e mesmo sua autenticidade. Escrevi aqui sobre o tal fragmento.

No fundo, a razão para todas estas especulações é a rejeição do quadro simples e claro que os Evangelhos nos pintam acerca de Jesus, como verdadeiro Deus e verdadeiro homem, que nasceu, viveu e morreu para que pudéssemos ter o perdão de pecados e a vida eterna.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Sete Certeza Sobre o Arrebatamento da Igreja.

Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras" (1 Ts 4.13-18).
Primeira certeza: os mortos não estão mortos
"Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem" (v.14). Esta certeza consiste em três partes:
a) No Novo Testamento, a ressurreição se refere principalmente ao corpo
O "dormir" dos crentes ou a expressão "os que dormem" dizem respeito aos corpos dos cristãos (At 13.36-37; Rm 8.10-11,23; 1 Co 15.35-46). A Bíblia não ensina o "sono" da alma! Por exemplo, o homem rico e Lázaro, depois que morreram, estavam respectivamente no reino dos mortos (hades) e no paraíso, mas absolutamente conscientes (Lc 16.19-31).
O corpo, que deixamos por ocasião da morte, "dorme"; mas o espírito do crente – sua personalidade, seu ser, sua consciência – encontra-se com Cristo a partir do momento da morte. O apóstolo Paulo estava totalmente convicto dessa realidade, motivo porque escreveu: "...tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor" (Fp 1.23).
Quando os saduceus discutiram com Jesus acerca da ressurreição dos mortos, Ele lhes disse: "E, quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou (Êx 3.6): Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos" (Mt 22.31-32).
O Senhor Jesus Cristo diz: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente..." (Jo 11.25-26). Em João 8.51 Ele também acentua: "...se alguém guardar a minha palavra, não verá a morte, eternamente." Se bem que o corpo adormece, o espírito daquele que crê em Jesus continua vivendo.
Em 2 Coríntios 5.8 está escrito que "deixar o corpo" significa ao mesmo tempo "habitar com o Senhor". Em outras palavras: assim que deixamos o corpo estamos com Cristo.
Romanos 8.10 se refere a uma verdade espiritual que já aconteceu, mas por outro lado essa verdade também se aplica ao futuro após a morte: "Se, porém, Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito é vida, por causa da justiça."
Em 1 Tessalonicenses 4.16 lemos acerca dos "mortos em Cristo". Uma vez que Jesus ressuscitou e vive, também vivem todos os que dormiram nEle. Espiritualmente eles estão em Cristo e vivem com Cristo ("Pois a nossa pátria está nos céus" – (Fp 3.20), fisicamente eles serão ressuscitados.
b) A esperança de estar com Cristo
Mas a realidade é ainda mais maravilhosa, e isso também faz parte da certeza da salvação e do arrebatamento. Como cristãos, não dizemos por acaso: "O Senhor levou tal irmão ou tal irmã". Realmente é verdade que um cristão é buscado por Jesus, enquanto um não-crente é levado pela morte. A Igreja de Jesus não verá a morte: "Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança" (1 Ts 4.13). Os outros estão fora (v.12), não estão em Cristo!
O versículo 14 trata dos que dormem em Jesus: "Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem." Isso fica mais claro na Edição Revista e Corrigida: "Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem Deus os tornará a trazer com ele". Os cristãos que morreram foram postos para dormir por Jesus, assim como uma mãe ou um pai põem seus filhos para dormir à noite. Isso significa na prática: quando um crente morre, ele é buscado por Jesus, e assim não verá a morte. Estou convicto de que o Senhor está presente na morte de cada um de Seus filhos, para levá-los para junto de Si.
c) A garantia de que os mortos virão com Cristo
A promessa de que Deus, "mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem" é uma afirmação revolucionária. É importante observar que não está escrito: "trará para Ele", mas "trará, em sua companhia", ou seja, "trará com Ele". O próprio Senhor comunica ao apóstolo – e assim a toda a Igreja – que os mortos em Cristo não serão prejudicados de modo algum, mas que até terão a primazia.
Quando voltar, Jesus trará consigo os que morreram nEle, pois eles já estão com Ele (1 Ts 4.14-15), e ressuscitará seus corpos mortos em primeiro lugar (v.16). Somente depois disso acontecerá a transformação dos crentes ainda vivos, e então eles serão arrebatados juntos ao encontro do Senhor (v.17).
Examinemos o versículo 14 em duas outras versões:
"Visto que nós cremos que Jesus morreu e depois voltou à vida, podemos também crer que, quando Jesus voltar, Deus trará de volta com Ele todos os cristãos que já morreram" (A Bíblia Viva).
"Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem Deus os tornará a trazer com ele" (Edição Revista e Corrigida).
Portanto, isso significa simplesmente que os trazidos com Jesus em Sua vinda são os espíritos sem corpo dos que morreram em Cristo. Primeiro, seus corpos serão ressuscitados e juntados aos espíritos. Depois os crentes vivos serão transformados e toda a Igreja será levada para o céu com Jesus.
O fundamento dessa esperança de ressurreição foi criado exclusivamente por Jesus através da Sua morte e ressurreição. Disso consiste a força e o poder da ressurreição. Agora, o que importa é se cremos na Sua morte e ressurreição (v.14). Certa vez Jesus perguntou aos Seus discípulos: "Quem dizeis (ou crêdes) que eu sou?" (Mt 16.15). Então Pedro deu a única resposta certa: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (v.16). Na sua opinião, quem é Jesus?
Segunda certeza: o Senhor voltará pessoalmente
"Porquanto o Senhor mesmo... descerá dos céus..."(1 Ts 4.16). A ressurreição/o arrebatamento será o momento em que o Senhor Jesus deixará Seu trono no céu e virá pessoalmente ao encontro da Sua Igreja a fim de levá-la para a casa do Pai. Assim como um noivo vai ao encontro da sua noiva, o Salvador virá ao encontro dos que comprou pelo Seu sangue e os conduzirá para Sua glória.
O Senhor não enviará um anjo ou qualquer outro emissário para fazer isso, Ele virá pessoalmente. Então se cumprirá literalmente a promessa de João 14.3: "E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou, estejais vós também." Assim como Ele em pessoa nos salvou e morreu na cruz por nós, assim como Ele mesmo foi preparar-nos lugar – Ele voltará pessoalmente para buscar-nos para Si, para que estejamos onde Ele está. Em inúmeras passagens do Novo Testamento somos conclamados a esperar a volta de Jesus a qualquer momento (por exemplo, em 1 Co 11.26; 1 Ts 1.10; Hb 10.37).
Terceira certeza: a palavra de ordem
"Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro" (1 Ts 4.16). A Edição Revista e Corrigida diz: "Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro". Segundo meu entendimento, o próprio Senhor dará esta palavra de ordem, pois Ele é o Soberano a quem todos os exércitos celestiais obedecem. Isso é indicado nas seguintes passagens:
"Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora e já chegou, em que todos os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem viverão" (Jo 5.25). Jesus, o Bom Pastor, também disse:"As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão" (Jo 10.27-28). Você já é uma ovelha do rebanho de Jesus? A resposta a essa pergunta tem importância decisiva em relação à eternidade. Você já tem um relacionamento pessoal com Jesus, por tê-lO recebido em sua vida (Jo 1.12)? Você pode dizer com certeza que é um filho de Deus? Se não o pode, pedimos que você dê esse passo decisivo ainda hoje!
• Quando o Senhor Jesus ressuscitou a Lázaro, lemos que Ele clamou dando uma ordem: "...(Jesus)clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora!" (Jo 11.43). Devemos imaginar o seguinte: no decorrer dos tempos, milhões de pessoas crentes no Senhor Jesus dormiram, ou seja, faleceram. Aí chega a hora do arrebatamento. O Senhor se levanta do Seu trono e clama: "Vem para fora!" Então as sepulturas se abrirão, e nenhum dos que foram comprados pelo Seu sangue ficará para trás. Não importa se seus corpos foram queimados, se morreram contaminados por radiação nuclear ou se estão nas profundezas dos mares – Ele é o Criador, Ele os ressuscitará e os conduzirá ao encontro de seus espíritos/almas.
• No Salmo 33.9 está escrito acerca dEle, o Filho do Altíssimo: "Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo passou a existir" (compare também Is 55.4).
Essa "palavra de ordem" do Senhor vem da linguagem militar. Ela é semelhante à voz de comando de um general que chama suas tropas para o combate. Por ocasião do arrebatamento, o General celestial dará ordem às tropas que lutam por Ele, que deveriam estar revestidas de toda a armadura espiritual (Ef 6.11ss), para que deixem o campo de batalha sobre a terra e venham com Ele para a Sua glória.
Quarta certeza: a voz do arcanjo
"Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro" (1 Ts 4.16). A designação "arcanjo" se aplica a apenas um anjo na Bíblia, isto é, a Miguel: "Contudo, o arcanjo Miguel..." (Jd 9). Miguel significa "Quem é como Deus?" Este anjo é um dos mais importantes em hierarquia (Dn 10.13).
No tempo de Daniel, Miguel lutou contra um príncipe dos demônios no mundo celestial e veio ajudar Gabriel, para que este pudesse confirmar a Daniel que suas orações haviam sido atendidas (Dn 10.12-14 e 21). Anteriormente este arcanjo também lutou com Satanás pelo corpo de Moisés:"Contudo, o arcanjo Miguel, quando contendia com o Diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo difamatório contra ele; pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda!" (Jd 9). No final, Miguel e seus exércitos de anjos lutarão contra os exércitos de demônios de Satanás, os vencerão e lançarão sobre a terra para que não tenham mais acesso ao céu (Ap 12.7-9).
Por que se ouvirá a voz do arcanjo Miguel no momento do arrebatamento? Por que e para que ele levantará a sua voz – após a palavra de ordem do Senhor para o arrebatamento? A chave ou a resposta para isso está nas significativas palavras do arcanjo Gabriel ao judeu Daniel: "Mas eu te declararei o que está expresso na escritura da verdade; e ninguém há que esteja ao meu lado contra aqueles, a não ser Miguel, vosso príncipe" (Dn 10.21). Este arcanjo intervém de modo especial em favor do povo de Israel: "Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo..." (Dn 12.1).
Devemos lembrar que no momento em que o Senhor Jesus Cristo der a ordem para a ressurreição e para o arrebatamento da Sua Igreja, a dispensação da graça terminará. Então o "corpo de Cristo" estará completo, então o Pentecoste em sentido inverso (a retirada do Espírito Santo) acontecerá e a Igreja será levada para o céu.
Depois disso será restabelecida novamente uma espécie de "situação do Antigo Testamento" – a conexão entre a 69ª e a 70ª semana de anos de Daniel. Lembremo-nos apenas do quinto selo e daqueles na Grande Tribulação "...que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam. Clamaram em grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?" (Ap 6.9-10). Conforme meu entendimento, estes não pertencem à Igreja, pois verdadeiros discípulos de Jesus não pedem vingança. Pelo contrário. Ao morrer apedrejado pelos fariseus e escribas, Estevão clamou: ‘Senhor Jesus, recebe o meu espírito! Então, ajoelhando-se, clamou em alta voz:Senhor, não lhes imputes este pecado! Com estas palavras, adormeceu" (At 7.59-60). Quanto às condições típicas do Antigo Testamento durante a Grande Tribulação, lembremos também das duas testemunhas, que farão milagres, ferirão a terra com toda sorte de flagelos e farão sair fogo das suas bocas para devorar os inimigos (Ap 11.3-6; compare também Lc 9.54-55).
A Igreja de Jesus era um mistério, ela foi inserida por Deus entre a 69ª e a 70ª semana de anos de Daniel. Depois que ela for arrebatada, começará a 70ª semana de anos (ligada à 69ª semana) de Daniel 9. Enquanto a Igreja estiver na casa do Pai celestial, o mundo e Israel entrarão na Grande Tribulação. Assim, o povo judeu passará outra vez inteiramente para o centro da ação de Deus. Por isso o príncipe angélico de Israel entrará novamente em ação (como no caso de Daniel), e levantará a sua voz. Para quê? Em favor do povo de Israel: "Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro" (Dn 12.1). "Naquele tempo" significa: quando a Igreja tiver sido arrebatada, o anticristo tiver aparecido e a Grande Tribulação tiver começado, o arcanjo Miguel intervirá em favor do povo de Israel, pois então começará a salvação do remanescente de Israel: "Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno. Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente. Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará... Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão" (Dn 12.2-4 e 10). A voz do arcanjo em geral também é entendida como uma chamada coletiva de reunião e recolhimento dos santos do Antigo Testamento.
Atualmente muitos israelitas já chegaram ao conhecimento mais elevado que existe: eles creram em Jesus Cristo, o seu Messias! E o próprio Senhor acrescenta sempre mais judeus à Sua Igreja, como se conclui pelo seguinte relato:
(...) Cinco pessoas foram batizadas em outubro. Shalom e Ora, um jovem casal israelense, e duas filhas converteram-se através de sua vizinha, que freqüenta regularmente a igreja. "É algo especial", escreve John Pex, "quando jovens judeus reconhecem o seu Messias – principalmente quando um casal se converte e é batizado".
(...) A loja da Sociedade Bíblica em Tel Aviv está muito bem localizada e é visitada por muitos israelenses. Andy Ball, seu diretor, relata o exemplo de uma mulher ortodoxa que comprou um Novo Testamento na loja: ela queria conhecer a fé cristã em primeira mão. Uma funcionária do governo queria um Antigo Testamento em árabe para outra pessoa e nessa oportunidade comprou um Novo Testamento para si própria. A loja bíblica também abastece outras casas de comércio, universidades e hotéis com Novos Testamentos, livros e artigos cristãos... (Amzi 3/98)
Ao profeta Daniel foi ordenado: "Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará." Que tipo de saber se multiplicará? Resposta: cada vez mais judeus reconhecerão que Jesus é o Messias. Já observamos o início disso hoje em dia. O número de membros das igreja judaico-messiânicas multiplicou-se por 10 nos últimos 30 anos!
Mas, voltando à voz do arcanjo: podemos imaginar que Miguel acompanhará o Senhor quando Ele vier buscar a Sua Igreja. A Bíblia Viva diz: "Pois o próprio Senhor descerá do céu com um potente clamor,com o vibrante brado do arcanjo e com o vigoroso toque de trombeta de Deus" (1 Ts 4.16).Evidentemente o Senhor não teria necessidade desse acompanhamento, mas parece que o arcanjo Miguel é o guerreiro que atua nos ares contra Satanás (Daniel 10), e como Israel terá entrado em cena novamente, o arcanjo intervirá lutando em favor do povo da aliança de Deus.
O arrebatamento da Igreja de Jesus (toda pessoa salva, seja judeu ou gentio, será retirada da terra) provocará um golpe repentino, dramático e inimaginável na história da humanidade que ficará para trás. Esse acontecimento revolucionário desencadeará uma série de outros acontecimentos subseqüentes. Queremos destacar um deles:
Em Israel irromperá um avivamento
Romanos 11.25 diz de maneira bem clara: "Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não sejais presumidos em vós mesmos): que veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios (na Igreja de Jesus)." Quando a plenitude dos gentios (das nações) tiver entrado no "corpo de Cristo", ele será levado para o céu. Aí terminará o endurecimento de Israel, sua cegueira acabará.
Então muitos judeus chegarão ao saber de Daniel 12.4, entendendo que o Senhor Jesus é o seu Messias. É muito provável que nos dias após o arrebatamento milhares e milhares de judeus se converterão a Jesus, à semelhança do que aconteceu no começo da Igreja no livro de Atos. Então brotará e nascerá a semente do Evangelho espalhada oralmente e de forma impressa pelos judeus messiânicos, que nesse tempo também terão sido arrebatados. Os que ficarem para trás, familiares, amigos, colegas, etc., procurarão Bíblias, livros e outras publicações cristãs deixadas pelos arrebatados. Eles se lembrarão daquilo que leram e ouviram, de comentários bíblicos e pregações sobre a esperança pelo Messias. Essa esperança já germina atualmente no coração de muitos judeus.
Depois do arrebatamento aparecerão também os 144.000 selados de Israel (Ap 7.4-8) e as duas testemunhas (Ap 11.3ss). Cada vez mais judeus se converterão e levarão o Evangelho ao seu próprio povo e aos gentios. Nisto os judeus terão uma grande vantagem, pelo fato de terem sido espalhados por todo o mundo e dominarem muitas línguas diferentes.
Mas, para sermos exatos, devemos dizer também que nem todos os judeus se converterão. Muitos, especialmente os ligados ao governo, farão a aliança com o anticristo, isto é, com o líder romano [europeu] (Dn 9.26-27; Ap 13.1; Is 28.14-16). Quando fala desse tempo, também Daniel diz que muitos serão purificados (converter-se-ão), mas muitos permanecerão ímpios; que muitos entenderão, mas muitos outros não entenderão (Dn 12.10). Apenas um remanescente será salvo, como se vê claramente em outras passagens das Escrituras (por exemplo, em Rm 9.27; Ez 20.33-38). Mas atrás de todo esse remanescente crente se colocará o arcanjo Miguel como príncipe de Israel. No arrebatamento ele levantará a sua voz, porque terá chegado sua hora para agir em favor do remanescente de Israel.
Como vimos, em nossos dias muitos israelitas estão crendo no seu Messias, em Jesus Cristo. Será que o Senhor está preparando o Seu povo para o arrebatamento e a Grande Tribulação? Será que Ele o faz porque a hora já está muito adiantada?
Quinta certeza: a trombeta de Deus
"Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro" (1 Ts 4.16). A trombeta de Deus aqui mencionada é a mesma de 1 Coríntios 15.52: "...num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados." Esta trombeta de Deus chamará todos os santos de todos os tempos para a casa do Pai.
Por que ela é chamada de "última trombeta"? Porque então a dispensação da graça chegará ao fim. A dispensação da anunciação do Evangelho da graça começou com uma "trombeta" e terminará com uma trombeta. Por que ela começou com uma "trombeta"? Porque podemos dizer que a pregação do Evangelho "repercutiu", "ressoou" ou foi "trombeteada". Por exemplo, a frase: "Porque de vós repercutiu a palavra do Senhor..." (1 Ts 1.8), significa literalmente: "porque vocês trombetearam a palavra do Senhor". Em Romanos 10.18 está escrito: "Mas pergunto: Porventura, não ouviram? Sim, por certo: Por toda a terra se fez ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo."
A trombeta do Evangelho conclamando para a salvação em Jesus Cristo ressoou por quase dois mil anos. Em breve se ouvirá a última trombeta, o Evangelho deixará de ser pregado, a dispensação da graça chegará ao fim e a Igreja estará concluída, a sua plenitude terá sido alcançada. A Igreja será chamada para subir à casa do Pai.
Em que será que pensaram os tessalonicences, que em grande parte eram judeus, quando Paulo escreveu sobre a trombeta? O Apocalipse ainda não existia, portanto eles ainda não sabiam nada sobre as sete trombetas de juízo ali descritas. Por isso, certamente eles pensaram na trombeta da salvação de Números 10.2-10. Nesse trecho do Antigo Testamento são mencionadas duas trombetas que eram tocadas em certas ocasiões. A ordem de Deus dizia: "Faze duas trombetas de prata; de obra batida as farás; servir-te-ão para convocares a congregação e para a partida dos arraiais" (Nm 10.2). Por um lado, portanto, estas trombetas de prata eram tocadas para convocar, chamar, juntar e reunir, e por outro lado para levantar acampamento e partir. Isso não tem sentido profético? Convocação (chamamento) = pregação do Evangelho para vir a Jesus ("muitos são chamados..."), até que a plenitude estiver reunida. Partida = ressurreição/arrebatamento para a casa do Pai.
É interessante verificar que essas trombetas deviam ser confeccionadas de prata. Que prata era usada para essa finalidade? O siclo de prata do resgate [salvação] (Êx 30.12-13). Esses siclos eram dados como pagamento de resgate pela vida dos israelitas, para que não houvesse entre eles nenhuma praga. Isso também nos faz lembrar das 30 moedas de prata que foram pagas pela prisão do Senhor Jesus, que obteve a nossa salvação na cruz.
As diferentes maneiras de tocar as trombetas significavam, entre outras coisas, o seguinte:
a) Quando as duas trombetas eram tocadas de maneira normal, isso servia para o chamamento e ajuntamento de toda a congregação na porta da tenda da congregação (Nm 10.3) = um chamamento para salvação.
b) Quando as trombetas eram tocadas a rebate, fortemente, como "sinal de alarme", isso indicava a ordem para partir. O último toque da trombeta era o sinal para juntar os pertences e partir = uma maravilhosa ilustração do arrebatamento.
Agora ainda ressoa a trombeta do Evangelho para chamamento e ajuntamento. Mas quando for tocada a última trombeta de Deus como "sinal de alarme" para o arrebatamento, ao mesmo tempo isto será um sinal para o ajuntamento de Israel, porque então terá chegado o tempo do seu salvamento. É o que se conclui de Números 10.9: "Quando, na vossa terra, sairdes a pelejar contra os opressores que vos apertam, também tocareis as trombetas a rebate, e perante o SENHOR, vosso Deus, haverá lembrança de vós, e sereis salvos de vossos inimigos."
Depois do arrebatamento virá o opressor, o anticristo, mas o Senhor se lembrará de Israel e no final salvará o Seu povo. Isaías 27.12-13 anuncia isso de maneira muito bonita: "Naquele dia, em que o SENHOR debulhará o seu cereal desde o Eufrates até ao ribeiro do Egito; e vós, ó filhos de Israel, sereis colhidos um a um. Naquele dia, se tocará uma grande trombeta, e os que andavam perdidos pela terra da Assíria e os que forem desterrados para a terra do Egito tornarão a vir e adorarão ao SENHOR no monte santo de Jerusalém."
Pelos motivos já mencionados e os que vamos acrescentar, a trombeta de Deus para o arrebatamento, segundo o meu entendimento, não equivale às sete trombetas do Apocalipse (capítulos 8-11).
• A trombeta de Deus para o arrebatamento anuncia a conclusão da era da graça. Trata-se da trombeta da salvação. No seu som temos a salvação, o perdão e a vitória do Evangelho. Ela ressoa principalmente para a Igreja, mas também para Israel, no sentido de que então o remanescente será reunido.
• As trombetas tocadas pelos anjos em Apocalipse, entretanto, são todas trombetas de juízo sobre o mundo das nações que rejeitou a Cristo. Além disso, os vinte e quatro anciãos (a Igreja, veja Ap 4.9-11) já se encontram no céu por ocasião da sétima trombeta e anunciam a volta de Jesus e Seu reino (Ap 11.15-17ss).
• É muito interessante observar que outras traduções de 1 Tesalonisences 4.16, por exemplo a Edição Corrigida e Revisada, dizem: "...Porque o mesmo Senhor descerá do céu... com a trombeta de Deus...". Isto quer dizer que o próprio Senhor – como Sumo Sacerdote da Sua Igreja – tocará a trombeta, porque ela estará na Sua mão. Ele mesmo chamará os Seus para casa. Ele mesmo dará a ordem e o sinal para a retirada da Sua Igreja. Segundo o meu entendimento, isso também é o mais provável, pois a trombeta é chamada de "trombeta de Deus", e Jesus Cristo é Deus (Tt 2.13; 1 Jo 5.20). Por que não seria o Salvador que haveria de chamar os Seus salvos? Aliás, no Antigo Testamento apenas os sacerdotes podiam tocar as trombetas. E Jesus é o Sumo Sacerdote, não um anjo qualquer. As sete trombetas de juízo (Ap 8.6-9,12; 11.15) são empunhadas e tocadas por anjos. Por isso, deve haver uma diferença entre a trombeta do arrebatamento e as sete trombetas de juízo.
Sexta certeza: ressurreição e arrebatamento
"Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor" (1 Ts 4.16-17). Não se trata aqui de uma ressurreição geral. Somente os mortos em Cristo e os vivos em Cristo serão ressuscitados ou transformados. Todos os demais mortos permanecerão nas suas sepulturas até o dia do juízo final. O que é descrito aqui é uma ressurreição seletiva dentre os mortos e realmente diz respeito somente àqueles que estão em Cristo.
Em João 5.28-29 o Senhor mencionou duas diferentes ressurreições: "Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo." E quando Jesus desceu do monte com Seus discípulos depois da Sua transfiguração, Ele lhes disse algo que muito os admirou e que até então eles ainda não tinham ouvido. Trata-se de uma expressão totalmente nova em relação ao arrebatamento: "Ao descerem do monte, ordenou-lhes Jesus que não divulgassem as coisas que tinham visto, até o dia em que o Filho do Homem ressuscitasse dentre os mortos. Eles guardaram a recomendação, perguntando uns aos outros que seria o ressuscitar dentre os mortos?" (Mc 9.9-10).
Jesus foi o primeiro que ressuscitou dentre os mortos (At 26.23; Cl 1.18; 1 Co 15.20). Também 1 Coríntios 15.23 fala disso: "Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda." Esta afirmação, em conexão com 1 Tessalonicences 4.16, explica que todos os que estão em Cristo ressuscitarão dentre os mortos. Esta é a chamada "primeira ressurreição" (Ap 20.5-6). As outras pessoas, as que não estavam em Jesus, que não pertenciam a Ele pela fé salvadora e, assim, não tinham um relacionamento pessoal com Ele, serão ressuscitadas mil anos mais tarde e então irão para o inferno (Ap 20.11-15).
Na primeira ressurreição/arrebatamento o Senhor Jesus deixará o Seu trono e, vindo do céu (da casa do Pai), aparecerá nos ares (1 Ts 4.17). Ele não virá de maneira visível sobre a terra, mas permanecerá na atmosfera superior. Os espíritos/almas dos que dormiram nEle O acompanharão, como provavelmente também o arcanjo Miguel. Então serão ressuscitados primeiro os corpos dos que morreram em Cristo. Logo a seguir, os corpos dos que ainda estiverem vivos serão transformados. Então a Igreja será arrebatada coletivamente ao encontro do Senhor nos ares, entre nuvens, e Ele levará Sua noiva para a casa do Pai. A Igreja terá então deixado seu lugar na terra e João 14.1-6 estará cumprido. Tudo isso naturalmente acontecerá numa fração de segundos (comp. 1 Co 15.51-53).
Sétima certeza: estar para sempre com o Senhor
"...e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras" (1 Ts 4.17-18). Esta garantia: "...estaremos para sempre com o Senhor", é um consolo eterno acima de tudo o que é passageiro neste mundo... A partir desse momento, nada mais estará sujeito à morte para qualquer filho de Deus. Todas as tristezas do passado, todas as misérias e tentações, todas as perguntas, tudo será esquecido e respondido por este fato: "...estaremos para sempre com o Senhor." "Estaremos para sempre com o Senhor" significa que a Igreja estará sempre onde Jesus estiver; ela participará de toda a Sua riqueza divina. Então se cumprirá o que está escrito em Tito 2.13:
"...aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus."
"Aguardando ansiosamente aquele tempo quando se verá a sua glória – a glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo" (A Bíblia Viva).
Mas quem não tem Jesus cai num abismo insondável de desespero. Aquele que não tem Jesus perde a bendita e eterna esperança. Justamente nesta passagem da ressurreição e do arrebatamento, a Bíblia nos mostra que haverá pessoas que estarão dentro (1 Ts 4.16) e pessoas que estarão fora (v.12), que haverá pessoas cheias de esperança e pessoas sem esperança (v.13), pessoas que estarão para sempre com o Senhor e pessoas eternamente separadas dEle (v.17), pessoas consoladas e pessoas sem consolo (v.18). Aquele que não está em Cristo não tem nenhumrelacionamento com Deus; tal pessoa está "fora", sem esperança, porque não tem lar. Uma pessoasem Jesus ficará eternamente sem consolo e sem paz.
Como você pode ganhar o direito de morar na casa do Pai celestial, adquirir a esperança de "estar para sempre com o Senhor" e transmitir esse consolo também para outros? Decidindo-se por Jesus Cristo e por Sua obra de salvação consumada na cruz – também por você. Se você aceitar isso pela fé, 1 Tessalonicenses 4.14-18 realmente se cumprirá também em sua vida. Por isso, decida-se totalmente por Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo! A Palavra do Deus Eterno lhe diz em Jó 11.13 e 18:"Se dispuseres o coração e estenderes as mãos para Deus... Sentir-te-ás seguro, porque haverá esperança".

Quem pode tomar a Santa Ceia?

  De acordo com a Bíblia, se você é salvo, você pode tomar a Santa Ceia.   Cada um deve examinar a si mesmo antes de participar da Santa Cei...